Outubro Rosa

Foto: @nevesigor

O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa essa posição.  Fonte: INCA, 2021.

E o que podemos fazer para mudar esta situação? Autoexame das mamas e realização do exame de mamografia.

“Atualmente, a mamografia é o exame mais indicado para a detecção precoce do câncer de mama, já que permite a identificação de tumores muito pequenos e, consequentemente, nos estágios iniciais da doença. A agilidade no diagnóstico é o que determina como será o tratamento, as possibilidades de cura e o tempo de sobrevida da mulher.”, explica Carlos dos Anjos, oncologista clínico do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês.

Passado um ano e meio da pandemia da Cofid-19, novo estudo da Sociedade Brasileira de Mastologista (SBM) aponta que o número de mamografias realizadas em 2020 foi 42% menor que o ano anterior em todo o território nacional.

“Entender o que impede as brasileiras de fazerem a mamografia, uma vez que há uma legislação específica para garantir o acesso ao exame, é essencial para reverter essa realidade. Com o início da retomada das atividades, é imprescindível que as mulheres priorizem a sua saúde e busquem pela mamografia. Esses casos precisam ser diagnosticados o quanto antes, pois a cada dia que passa, o câncer avança. Culturalmente, a brasileira coloca o cuidado com o companheiro, a família e os amigos em primeiro lugar, mas isso precisa mudar. Essa rede de apoio pode e deve priorizar a saúde da mulher e auxiliá-la nessa jornada, seja para o diagnóstico precoce ou apoio durante o tratamento do câncer”, reforça o oncologista.

Mulheres, sigam os conselhos que as(os) comissárias(os) de bordo dão, antes do avião decolar: em caso de emergência, coloque a máscara de oxigênio primeiro em você, mesmo que haja crianças ou pessoas com necessidades especiais por perto. E por que é dado este aviso? Porque primeiro temos que nos ajudar, para, depois, ajudarmos os outros.

Sim, existe uma legislação que garante o nosso direito, mas, na vida real, nem sempre temos mamógrafos disponíveis.

Sim, também é verdade, que muitos “chefes” fazem cara feia e terrorismo, quando avisamos que vamos ao médico, sem que seja uma emergência ou que estejamos passando mal.

Minha experiência de mais de 20 anos na área de RH me garante dizer que nenhum patrão vai lhe demitir, porque você foi fazer a mamografia. Lute por você!

Ainda o problema (?) do engajamento

Não estou conseguindo mudar de assunto: como o engajamento é crucial para o sucesso ou fracasso do seu negócio ou da manutenção do seu emprego,

Por incrível que pareça, o engajamento, muitas vezes, não é praticado pelos próprios donos dos negócios. Não dá para entender. A pessoa herda um negócio (falarei mais sobre isso em outro post) ou investe suas economias e não se engaja no próprio negócio. Inacreditável!

Duvida que isso aconteça? Comece a prestar atenção em como você, no dia-a-da, é tratado pelos donos dos pequenos negócios. Vocês já me conhecem: gosto de postar situações reais que acontecem comigo. Então, vamos para mais uma.

Gosto de ter plantas em casa. Cuidar delas. Um dia, no sacolão volante que vem semanalmente na minha rua, comprei uma muda de pimenteira, Passaram-se meses e eu, que gosto, mas não sou especialista, já achava que tinha sido enganada, pois não apareciam os frutos. Mas, não desisti e insisti. Fui trocando a muda de vaso e minha pimenteira ficou linda.

Um dia, identifiquei um pó branco na folhas da pimenteira.

@nevesigor

Sempre prefiro comprar dos pequenos negócios próximos a minha casa. Então, pedi ao meu filho (sempre ele), para ir a uma loja de flores e plantas que temos por aqui. Ele explicou o problema da planta e pediu indicação de um remédio. A própria dona da loja é quem atende os clientes. Ela rapidamente indicou um produto e ele perguntou a forma de utilização. A resposta dela: “Leia as instruções”.

Então, você reclama que não tem linhas de crédito, que os impostos são altos, que os clientes sumiram, etc., e não se dá ao trabalho de desenvolver um vínculo com o cliente que entra no seu estabelecimento. Não percebe que precisa “se engajar” para lutar pela continuidade do seu negócio.

Lemos as instruções de uso. A planta morre um pouco mais a cada dia.

@nevesigor

Para piorar, conversando com pessoas próximas, descobri que nem precisava de um remédio caro, como o que me foi indicado.

Infelizmente, acho que não será somente a pimenteira a morrer…

O engajamento é vital para a empresa ou para você?

Primeiramente: o que é engajamento?

Trata-se de uma conexão estabelecida entre o profissional e a empresa, estando diretamente ligado à motivação profissional. Vinculado aos aspectos psicológicos, afetivos e emocionais, o engajamento não pode ser comprado, mas sim conquistado, por meio de cooperação, empenho e disposição, tanto dos gestores quanto dos colaboradores. 

Partindo desta definição, a maioria dos artigos relacionados ao tema privilegiam sua importância para a empresa. Realmente, o engajamento é vital para as empresas, mas será menos importante para os empregados?

Na minha modesta opinião, o engajamento é ainda mais importante para os empregados e vou explicar porque.

Geralmente, ao abordar o tema engajamento com meus alunos ou em trabalhos corporativos, percebo algumas “caras de paisagem”. Infelizmente, estes empregados são “zumbis corporativos”, fazem apenas o que lhes é demandado e de uma forma bem mais ou menos. Não é uma crítica, pois algumas empresas oferecem muito pouco em termos de benefícios e/ou clima organizacional e querem receber engajamento funcional. Aí os empregados seguem a máxima: eles fingem que me pagam e nós fingimos que trabalhamos.

Ok, mas quem vai sair perdendo com este sistema? Cada vez mais as empresas vêm investindo em robôs para atendimento telefônico, vendas pela internet, sem qualquer interação humana. Milhões de postos de trabalho que não necessitam de muita capacitação vêm desaparecendo. Ou seja, seu posto de trabalho está em jogo! Você precisa se tornar importante para a empresa. Você precisa fazer mais e melhor, precisa se engajar!

Está confuso? Vou dar alguns exemplos.

Exemplo 1: No meu 2o. emprego, uma multinacional com quadro de pessoal reduzido, eu além de atender à Diretoria, também apoiava o Gerente da Contabilidade e Controller, Sr. Murilo. O Sr. Murilo tinha um escritório contábil e, na época da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física, ele faturava bastante. Há 35 anos atrás, a entrega da declaração era em papel. Eu fazia “um bico”, datilografando, com cópia carbono , na antiga IBM esfera, as declarações. Então o Sr. Murilo me pagava e eu datilografava, e aí? Aí que eu lia as declarações, comecei a entender sua lógica, pedia para ele me ensinar o que eu não havia entendido sozinha, conferia o que ele me entregava. Ele passou a confiar cada vez mais em mim, inclusive pedindo que eu mesma fizesse as declarações mais simples, as quais ele somente conferia ao final. Ele chegou até a me oferecer um lugar no seu escritório contábil, caso eu trocasse o curso de Administração para Contabilidade. Ou seja, aproveitei uma atividade extra para me capacitar, me tornar necessária no emprego à época, e para poder fazer minha declaração, dos meus familiares e amigos, por mais de 35 anos, pois nunca deixei de me atualizar quanto às regras.

Exemplo 2: A tinta da minha impressora acabou e pedi ao meu filho que fosse comprá-la numa grande loja de departamentos, pois tinha muita pressa. Qual não foi minha surpresa, quando ele me ligou, me dizendo que a atendente havia dito que não tinha o produto, somente o tradicional. Oi? Entendi nada. Respirei fundo e tive um insight: “- Pergunta prá ela se tem o cartucho de tinta preto no. xyz. – Ah, tá, ela disse que isso tem”. Então, a atendente, que tem uma fileira de cartuchos às suas costas, nunca havia lido a embalagem. Só conhecia o produto como cartucho. Nunca se perguntou cartucho de quê. Se meu filho não tivesse me ligado, teria dado meia volta e eu teria comprado o cartucho, pela internet.

Ela ofereceu o tamanho de cartucho XL, de maneira automática. Poderia ter oferecido, de maneira técnica, explicando as vantagens da compra do tamanho maior. Mas, não. Não se preocupa em conhecer os produtos que vende. Não se preocupa em fazer a loja vender mais. Passa o tempo livre acessando redes sociais. Se eu, consumidora, não vejo vantagem em ir numa loja, comprarei sempre pela internet.

Ah, mas muitos consumidores ainda preferem ir a uma loja física. Por que? Para serem atendidos por uma pessoa, para poderem tirar dúvidas, Para terem informações adicionais sobre o produto. Se estes consumidores chegam numa loja e encontram um atendente desinteressado, ele não vai voltar. Percebe o perigo que o posto de trabalho desta atendente está correndo? É um trabalho que não exige maiores qualificações e que logo, logo, quase não existirá.

Alguns podem pensar que seria obrigação da empresa treinar seus empregados, fazendo-os conhecer melhor os produtos. Concordo, mas, quando a empresa não faz o que deve, o que você faz para se tornar relevante? E se a atendente, ao atender os clientes, mostrasse promoções, fornecesse maiores informações sobre os produtos, etc? Será que o volume de vendas daquela loja cresceria? Será que aquela loja apareceria nos relatórios de vendas da empresa, como um ponto fora da curva? Será que alguém de maior hierarquia iria na loja verificar o porquê daquele desempenho?

Exemplo 3: Tive uma alteração do contrato social da minha empresa e fui realizar a inclusão do novo sócio e seus dependentes no nosso plano de saúde. Toda a operação deve ser realizada pelo portal da empresa na internet. Encaminhei toda a documentação solicitada. Ao verificar o status da minha solicitação, vi a mensagem “movimentação devolvida”, pois não havia enviado o CAGED. Com certeza a pessoa responsável pela análise da documentação possui um check list de verificação da documentação e lá deve constar o envio do CAGED. Acontece que o CAGED se aplica somente a empregados e eu estava incluindo um sócio, sem vínculo empregatício, portanto a demanda não se aplica. Eu que tive que ligar, ensinar a atendente (que não é a responsável pela análise) o porquê da solicitação não se aplicar, aguardar mais vários dias e por aí vai. De novo: comecei num novo trabalho, ou mudei de cargo ou fui promovida, não posso não me envolver, me engajar. Tenho que correr atrás para obter maior conhecimento sobre o que faço, entender porque meu trabalho é relevante para a empresa.

Exemplo 4: Operando sistemas. Você inicia num emprego e um colega lhe ensina a operar o sistema, preenchendo determinados campos. Você não se dá ao trabalho de tentar conhecer melhor o sistema. Nem ao menos saber como as informações que você imputa impactam a operação. Este é um assunto tão importante, que falarei exclusivamente sobre ele num post próprio.

Finalizando, o conhecimento é seu. O conhecimento é o maior patrimônio que um empregado pode ter e querer saber mais e fazer melhor é engajamento. . Vai lhe acompanhar no emprego atual e nos próximos ou no seu próprio negócio.

Aliás, se você abrisse um negócio, você se contrataria? Que tipo de empregado você gostaria que trabalhasse com/para você?

Habilidades humanas

Crédito: @nevesigor

Temos passado por uma revolução tecnológica, com a convergência de soluções digitais, físicas e biológicas e essa revolução alterou o mundo do trabalho como o conhecemos.

Indústria 4.0 e as novas competências profissionais.

Para as empresas, o desafio agora não é ter as melhores tecnologias e a maior quantidade de dados, mas fazer o melhor uso das ferramentas e informações que tem e empregados capacitados que saibam e queiram fazer a diferença.

Para os empregados, fica a pergunta: seremos substituídos por máquinas? A resposta é sim, mas para postos de trabalho com funções mecânicas, repetitivas, de baixa interação social, burocráticas que passarão a ser realizadas por máquinas com maior destreza e velocidade.

Competência é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes e elas se dividem em hard e soft skills.

As empresas buscam profissionais com hard skills, formação, cursos de especialização e línguas (pré requisitos para qualquer tipo de  profissional) e com os novos conhecimentos exigidos sobre tecnologia e TI, marketing digital e machine learning. Mas as soft skills ou competências comportamentais e sociais têm sido muito desejadas pelas empresas e são as que fazem diferença na busca ou manutenção do emprego. E por quê?

“Os robôs estão sendo produzidos e desenhados para serem ensinados  para compreenderem o outro, como se fossem seres humanos, e isso já está sendo aplicado no atendimento e relacionamento com o cliente” , diz Christiane Scabbia – Analista de Marketing da VoxAge, empresa especializada em soluções de atendimento ao cliente.

Porque os profissionais deste século precisam desenvolver competências que os tornem capazes de inventar, testar e avaliar hipóteses, interagir socialmente, dominar e ensinar as máquinas. 

Um relatório do Fórum Econômico Mundial, aponta pelo menos sete conjuntos de soft skills que podem ser diferenciais competitivos: 

  • Autoconsciência: capacidade de entender o que motiva, o que frustra, o que vale, o que não vale, o que tem propósito; 
  • Pensamento crítico e integrado: capacidade de interpretar fatos, números, relatórios, cenários complexos, variáveis e perceber a conexão de assuntos que não estão diretamente relacionados;
  • Empatia: capacidade de entender e se conectar genuinamente com outros seres humanos; 
  • Criatividade: capacidade de pensar novas soluções, combinar conhecimentos, gerar valor; 
  • Inteligência emocional: capacidade de lidar com emoções e situações diversas; 
  • Comunicação: capacidade de se expressar de maneira oral e escrita; 
  • Assimilação: capacidade de aprender, conseguir filtrar conteúdos e transformar o conhecimento em sabedoria prática.

É importante reconhecer e definir suas soft skills. Quais você já domina plenamente e quais você precisa desenvolver. O auto conhecimento pode ser por meio de testes ou mesmo conversando com colegas, amigos e parentes para entender quais são as suas capacidades, pois as desenvolvemos mesmo quando longe de ambientes formais de trabalho.

Por último, atenção na hora de divulgar suas soft skills em seu C.V. Para cada uma, tenha um exemplo que a comprove, na hora de uma entrevista. 

Por exemplo, você está numa entrevista e o recrutador pede para você falar um pouco sobre suas habilidades interpessoais. Você responde que tem grande habilidade de comunicação (capacidade de se comunicar bem com cada um do grupo, visando os interesses do grupo, como um todo) e, aí, ele pede para você dar um ou dois exemplos práticos em que você utilizou esta competência. Percebeu?

O futuro é humano.

Como perder dinheiro com seu atendimento.

Somos apaixonados por Administração e, por isso, em qualquer conversa durante o cafezinho, acabamos identificando bons ou maus exemplos de Gestão.

A conversa de hoje foi sobre uma colega que, tendo seu salário reduzido em 25%, por conta da pandemia, imediatamente partiu para também reduzir seus gastos. Pura boa gestão financeira pessoal!

Um de seus cortes foi a tv a cabo: valor alto, sem eventos esportivos, reprises intermináveis de filmes e séries, etc. Como sua operadora permite a suspensão temporária por até 4 meses, assim ela fez. E é aí que começa nossa análise da gestão empresarial da operadora.

A cliente ligou, passou pelo extenso atendimento eletrônico e, no final, falou diretamente com um atendente humano que seguiu seu script e a solicitação foi concluída com sucesso.

A solicitação ter sido concluída com sucesso significa, para a operadora, perda de receita por 4 meses,

Poderia ter sido adotada uma estratégia de negociação, como, por exemplo: “sabemos que o momento é difícil, então, como a senhora é nossa cliente de muito tempo, podemos oferecer um desconto de 50% pelos próximos 4 meses. Assim, a senhora não perde o acesso aos nossos produtos e reduz sua despesa pela metade”. A cliente poderia não aceitar, mas não valeria a pena tentar? Afinal, estamos falando de uma redução de perda de receita de 100% para 50%.

Empresas quebram e sempre colocam a culpa na crise do momento. Gestão não é para amadores.

Todos somos um.

Foto: @nevesigor

Grandes decisões precisam e devem ser tomadas e, quanto mais conhecimento você tiver, mais assertivas elas serão.

Entretanto, não esqueça de exercitar a empatia e pensar no outro. Somos parte do mesmo todo.

Enferrujado no Ms-Excel?

Aí vão 5 dicas:

1. CTRL Z / CTRL Y (1 minuto para aprender) Use Ctrl Z para desfazer seus erros no Excel. Ctrl Y faz exatamente o oposto — refaz.

2. CTRL + Setas (5 minutos para aprender) Se você já se pegou rolando por uma planilha para chegar ao seu final, pare de fazer isso e comece a usar Ctrl + teclas das setas! Este atalho básico leva-o diretamente ao último dado de uma coluna ou linha que estiver usando. Combine esta função com Ctrl, Shift para realçar/selecionar grandes áreas de dados em segundos.

3. Remover duplicatas (10 minutos para aprender) Faz exatamente o que você espera — remove qualquer duplicata em qualquer intervalo de dados. Você pode encontrá-la na aba Dados e, na seção Ferramenta de Dados da Faixa de Opções. Se quer apenas realçar os dados duplicados, é possível fazer isso usando a Formatação Condicional. O atalho para chegar lá é Alt H L.

Ms-Excel

4. Congelar Painéis (15 minutos para aprender) É possível congelar a linha superior, a primeira coluna ou qualquer quantidade de qualquer uma delas. Identifique as colunas e linhas da área que quer congelar. Em seguida, selecione a célula imediatamente à direita destas colunas e abaixo destas linhas. Vá para a aba Exibir e então, para Congelar Painéis na seção Janela. Alt W F é o atalho.

5. Preenchimento relâmpago (30 minutos para aprender) Suponha que você tem uma relação de códigos de produtos nas primeiras dez células da coluna A, por exemplo: “ABC-00001” até “ABC-00010” e você só precisa dos números depois do ‘-’. Crie o padrão digitando “00001” na primeira célula vazia. Se o Preenchimento Relâmpago estiver acionado (Arquivo, Opções, Avançado), comece a digitar o próximo código de produto na célula de baixo e o Preenchimento Relâmpago reconhecerá o padrão e preencherá o restante do código para você. Basta pressionar Enter para aceitar, ou faça isso manualmente, digitando Dados > Preenchimento Relâmpago, ou Ctrl+E.

Desesperar jamais.

O momento é de crise para as pequenas e médias empresas.

Tanto proprietários quanto empregados sabem que precisam reagir para garantir a existência de seus negócios/empregos nos próximos meses.

Desesperar não é a saída. Vida é 10% o que acontece com você e 90% como você reage a isso (Charles Swindoll)

Foto: @nevesigor

Em momentos de tranquilidade é fácil ter um emocional estável. E neste momento: o que fazer?

Invista constantemente no aprimoramento da sua inteligência emocional. Não existe outra opção, você precisa de equilíbrio e racionalidade para encontrar a resolução dos problemas. Uma mente saudável é primordial em momentos instáveis.

Há luz no fim do túnel.

Hã luz no fim do túnel.

Estamos lidando com uma crise sem precedentes.

Não tínhamos planos de ação prontos para enfrentá-la, por isso sentimentos como frustração, irritação, medo, preocupação, entre outros, têm aparecido com maior frequência do que gostaríamos.

Mas estes sentimentos não devem impedir que o Administrador encontre as melhores soluções para a continuidade de seu negócio, manutenção dos seus empregados e sobrevivência dos pequenos fornecedores. Sim, estamos juntos, somos parte do mesmo problema. Este é o desafio do Administrador. Difícil? Sim, mas não impossível. E lembre-se, você não precisa agir sozinho. Seja transparente, divida com os empregados as dificuldades, ouça as ideias deles, antes de demitir ou cortar salários “corte na carne”, pense fora da caixa e encontre soluções originais e não desista. Vai passar.

Baixa produção em home office?

O dia acabou e você percebeu que não realizou todas as tarefas para as quais se programou.
Mantenha a calma e não se julgue demasiadamente.

A sua lista de tarefas é viável?
Quais os fatores que lhe impediram de realizar tudo? Eles estavam sob o seu controle ou eram circunstâncias externas, sobre as quais você não tinha como intervir?
E não esqueça: o importante é colocar a cabeça no travesseiro à noite e saber que você deu o melhor de si.